mrclmlt.com.br

voltar

Apresentando a edição brasileira

Introdução

Parte 1 - A situação do homem na América Latina

Capítulo 1 - Perspectiva histórica

Capítulo 2 - Análise da realidade atual

1 Introdução, p. 31.

1.1 O aspecto socioeconômico, p. 32.

1.2 O aspecto sociopolítico, p. 32.

1.3 O aspecto so-ciocultural, p. 33.

2 As agressões ao Continente, p. 34.

2.1 A agressão econômica, p. 34.

2.1.1 As agressões internas, p. 36.

p.37 “Assim começa a formar-se um excedente…”

2.1.1.1 O fator demográfico, p. 38.

2.1.1.2 Ο efeito de demonstração, p. 39.

2.1.1.3 Relação campo-cidade, p. 40.

2.1.1.4 O setor informal, p. 43.

2.1.1.5 Os assalariados, p. 46.

2.1.1.6 Os setores mais beneficiados, p. 48.

2.1.2 As agressões externas, p. 49.

2.1.2.1 O comércio, p. 49.

2.1.2.2 A ajuda internacional, p. 50.

2.1.2.3 O investimento estrangeiro, p. 51.

2.1.2.4 A dívida externa, p. 51.

2.1.2.5 Os armamentos, p. 52.

2.1.2.6 As empresas transnacionais, p. 53.

2.2 A agressão política, p. 56.

2.2.1 А liberdade na América Latina, p. 56.

2.2.2 A deterioração da democracia, p. 57.

2.2.3 O surgimento das guerrilhas, p. 59.

2.2.4 Socialismo e democracia, p. 61.

2.2.5 As intervenções estrangeiras, p. 62.

2.3 A agressão cultural, p. 63.

2.3.1 A qualidade da vida na América Latina, p. 63.

2.3.2 A cultura latino-americana, p. 63.

2.3.3 A mutação cultural, p. 64.

2.3.3.1 O impacto sobre a comunidade de trabalho

2.3.3.2 O impacto sobre os meios de comunicação, p. 66.

2.3.3.3 A explosão do grupo local, p. 67.

2.3.3.4 O impacto demográfico, p. 67.

2.3.3.5 O impacto sobre a família, p. 67.

2.3.3.6 O impacto sobre a vida econômica, p. 68.

2.3.3.7 O impacto sobre a estrutura política, p. 68.

2.3.3.8 O impacto sobre a vida religiosa, p. 69.

2.3.4 A crise da civilização industrial, p. 70.

2.3.4.1 O aspecto ecológico, p. 70.

2.3.4.2 O desequilíbrio cultural, p. 73.

2.3.4.2.1 A concentração urbana, p. 73.

2.3.4.2.2 O descalabro moral, p. 73.

2.4 A agressão à fé do povo latino-americano; a esperança cristă, p. 75.

PARTE 2 - REFLEXÃO TEOLÓGICO-PASTORAL E SUAS PROJEÇÕES SOCIAIS

Capítulo 3 - Fundamentos antropológicos e teológicos

1 As dimensões do homem à luz da Revelação, p. 81.

1.1 O sentido do homem, p. 83.

1.2 O anseio do homem, p. 86.

1.3 A resposta de Deus, p. 87.

1.4 O sentido da humanidade, p. 89.

1.5 O sentido da comunidade, p. 90.

1.6 Pessoa e sociedade, p. 93.

1.6.1 Dignidade da pessoa, p. 93.

1.6.2 Dignidade do pobre, p. 94.

1.6.3 O espaço da pessoa, p. 95.

1.6.4 Prevalência do bem comum, p. 96.

1.6.5 O Estado, p. 97.

1.6.6 A riqueza da convivência, p. 98.

1.6.7 Uma estrutura orgânica, p. 98.

2 A perversão das idolatrias, p. 99.

2.1 A idolatria da riqueza, p. 100.

2.2 A idolatria do poder, p. 101.

3 Jesus Cristo Libertador, p. 104.

3.1 As grandes renúncias de Cristo, p. 108.

Capítulo 4 - Natureza da missão social da Igreja

1 Igreja e mundo, p. 111.

1.1 Há uma única existência, p. 111.

1.2 A lei natural, p. 113.

1.3 A autonomia temporal, p. 116.

1.4 A autonomia da ciência, p. 117.

2 Igreja e política, p. 119.

2.1 Sacerdotes e leigos, p. 121.

2.2 O risco da ideologização, p. 125.

2.3 A liberdade do espírito, p. 128.

2.4 A Igreja e as liberdades temporais, p. 129.

2.4.1 A atitude de Jesus ante a opressão romana, p. 129.

2.5 Igreja latino-americana e as lutas de libertação, p. 132.

Capítulo 5 - Elaboração da doutrina social da Igreja

1 Premissas epistemológicas, p. 135.

2 Teologia e ideologia, p. 135.

2.1 O uso correto do termo ideologia, p. 136.

2.2 Ideologia, fé e teologia, p. 138.

2.3 O que significa fazer teologia a partir da realidade, p. 141.

2.4 O método na teologia, p. 142.

2.5 Teologia e libertação, p. 144.

2.6 Teologia e compromisso com os pobres, p. 147

2.7 Teologia e povo de Deus, p. 149.

3 Noção da doutrina social da Igreja, p. 152.

Capítulo 6 - A doutrina social da Igreja

1 As raízes escriturísticas, p. 159.

1.1 O Antigo Testamento, p. 159.

1.1.1 O direito do pobre, p. 159.

1.1.2 A denúncia da riqueza, p. 160.

1.1.3 O apelo a ser pobre, p. 163.

1.2 O Novo Testamento, p. 163.

1.2.1 O amor que partilha, p. 163.

1.2.2 A denúncia da riqueza, p. 164.

1.2.3 O apelo a ser pobre, p. 165.

2 O pensamento patrístico, p. 166.

3 O período escolástico, p. 170.

4 O período contemporâneo, p. 173.

4.1 Leão XIII, p. 174

4.2 Pio XI, p. 177.

4.3 Pio XII, p. 182.

4.4 João XXIII, p. 191.

4.5 Paulo VI, p. 196.

4.6 João Paulo II, p. 206.

299 CAP. VII As diversas relações humanas

1 A relação homem-mulher, p. 229.

1.1 O sentido da reciprocidade, p. 229.

1.2 O mistério da iniqüidade, p. 231.

1.3 Uma dialética de morte e de vida, p. 232. A relação econômica, p. 233.

2.1 Princípios de uma nova ordem econômica, p. 234.

2.1.1 O marco teórico, p. 235.

2.1.1.1 A primazia da comunidade sobre a sociedade, p. 236.

2.1.1.2 A hipoteca social, p. 236.

2.1.2 O marco institucional, p. 237.

2.1.3 Os debates modernos, p. 238.

2.2 A repartição a nível da empresa, p. 239.

2.2.1 O capital, p. 239.

2.2.2 Os direitos do trabalhador, p. 40.

2.2.3 Legislação trabalhista, p. 241.

2.2.4 O sindicato, p. 242.

2.2.5 Os direitos dos investidores, p. 244.

2.2.6 Os direitos do consumidor, p. 245.

2.3 A repartição a nível da comunidade nacional, p. 246.

2.3.1 O mercado, p. 247.

2.4 Uma problemática nova: a sociedade industrial e urbana, p. 251.

2.4.1 Transformação das estruturas, p. 255.

2.4.2 A reforma da empresa e a reforma agrária, p. 255.

2.4.3 Conjunto integrado de políticas econômicas, p. 258.

2.5 Reconstituição do tecido social, p. 259.

3 A sociedade política, p. 260.

3.1 As fontes doutrinais, p. 260.

3.1.1 Denúncia da idolatria do poder, p. 261.

3.1.2 O poder: um serviço, p. 262.

3.1.3 A renúncia ao poder, p. 262.

3.2 O debate moderno, p. 263.

3.3 Uma ordem política nacional, p. 265.

3.4 A violência, p. 269.

4 A cultura, p. 272.

4.1 A cultura como liberdade, p. 272.

4.2 Ameaça às culturas, p. 273.

4.2.1 A ameaça contra as culturas indígenas, p. 274.

4.2.2 A ameaça à cultura em si mesma, p. 275.

4.3 A libertação cultural, p. 277.

4.4 A evangelização da cultura, p. 278.

5 0 problema demográfico, p. 280.

5.1 Demografia e sociedade, p. 280.

5.2 Demografia e ética, p. 281.

5.3 Demografia e política, p. 282.

6 A sociedade internacional, p. 283.

6.1 Uma nova ordem econômica internacional, p. 283.

6.2 As empresas transnacionais, p. 286.

6.3 Uma nova ordem política internacional, p. 288. 4.3

PARTE 3 - SISTEMAS, IDEOLOGIAS E DOUTRINAS

A doutrina social da Igreja como ideologia

Capítulo 8 - Os sistemas ideológicos

1 O liberalismo, p. 297.

1.1 O liberalismo como doutrina, p. 297.

1.2 O liberalismo como organização da sociedade, p. 300.

2 O socialismo, p. 301.

2.1 O socialismo como doutrina, p. 301. 30

2.2 O socialismo como organização da sociedade, p. 303.

3. O marxismo, p. 304.

3.1 O marxismo como doutrina, p. 304.

3.1.1 A análise marxista, p. 305.

3.1.2 O materialismo dialético, p. 308.

3.1.3 A natureza da teoria marxista, p. 309.

3.1.4 O valor da teoria marxista, p. 309

3.1.5 O ateísmo marxista, p. 311.

3.1.6 A economia política marxista, p. 312.

3.1.7 O leninismo, p. 313.

3.2 A estrutura dos países socialistas, p. 316.

3.2.1 O valor do sistema, 317.

3.2.2 A evolução do sistema, p. 318.

3.3 Marxismo e cristianismo, p. 319.

3.3.1 Análise marxista e materialismo dialético, p. 22.

3.3.1.1 O processo concreto, p. 323.

3.3.1.2 O debate teórico, p. 324.

4 Integrismo e radicalismo, p. 328.

4.1 Integrismo, p. 329.

4.2 Radicalismo, p. 330.

5 Visão prospectiva, p. 332.

Capítulo 9 - Documentos pontifícios

1 Leão XIII, p. 335.

2 Pio XI, p. 341.

3 Pio XII, p. 345.

4 João XXIII, p. 346.

5 Paulo VI, p. 348.

6 João Paulo II, p. 351.

Capítulo 10 Sistemas e ideologias na América Latina

1 O capitalismo latino-americano, p. 355.

2 O socialismo latino-americano

3 O marxismo na América Latina, p. 360.

4 A doutrina da Segurança Nacional, p. 363.

4.1 Premissas ideológicas, p. 364.

4.2 Conteúdo doutrinal, p. 365.

4.3 Reflexão crítica, p. 366.

PARTE 4 - LINHAS DE AÇÃO PARA UMA PASTORAL SOCIAL NA AMÉRICA LATINA

Capítulo 11 - Posição da Igreja latino-americana

1 Primeiro Concílio Plenário Latino-americano, p. 374.

2 Primeira Conferência Geral do Episcopado Latino-americano Rio de Janeiro, p. 377.

3 Segunda Conferência Geral do Episcopado Latinoamericano Medellín, p. 383.

3.1 A visão da realidade latino-americana, p. 384.

3.2 Linhas de ação pastoral, p. 385.

4 Terceira Conferência Geral do Episcopado Latino-americano Puebla, p. 389.

Capítulo 12 - Prioridades sociais

1 Desenvolvimento cultural, p. 398.

1.1 Relação do homem com a natureza, p. 399.

1.2 Reconstituição no tecido social, p. 403.

2 Um desenvolvimento eficiente e partilhado, p. 405.

2.1 Uma base de comunidades, p. 405.

2.2 Uma organização pública da economia, p. 40

2.2.1 Algumas de suas metas, p. 407.

2.2.2 Os meios, p. 407.

2.2.3 As reformas necessárias, p. 408.

2.3 O espaço da pessoa, p. 412.

3 Um desenvolvimento político democrático, p. 413

3.1 Uma organização política da base, p. 413.

3.2 Um poder nacional, p. 413.

3.3 Uma ética de convivência democrática,

4 Um homem novo

Capítulo 13 - Opções pastorais

1 Opção pelos pobres, p. 421.

2 As comunidades eclesiais de base, p. 427.

2.1 Comunidades, p. 427.

2.2 Eclesiais, p. 429.

2.3 De base, p. 431.

3 Opção pelos jovens, p. 434.

3.1 O Concílio Vaticano II, p. 434.

3.2 Medellín, 435.

3.3 Puebla, p. 436.

4 Pastoral social, p. 437.

4.1 As dimensões da pastoral social, p. 437.

4.2 A Organização diocesana da pastoral social, p. 442.

4.2.1 A análise da realidade, p. 443.

4.2.2 A formação da consciência, p. 443.

4.2.3 A assessoria e promoção da organização de base, p. 444.

4.2.4 A comunicação cristã dos bens, p. 445.

CONCLUSÃO

CONDIÇÕES INTERIORES DA PASTORAL SOCIAL

449 Conclusão

1 Contemplação, p. 449.

2 Abnegação, 450.-

3 Esperança, p. 451.

indicedolivro.txt · Última modificação: por Marcelo