Quem nos deu todas as coisas
que foram, são e hão de ser:
no amor do Pai foi gerado,
mas quis na terra nascer.
[...]
A luz do Espírito Santo
sobre uma virgem desceu:
ungido rei e profeta,
Jesus menino nasceu.Trecho de um dos hinos da solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.
(Nem a paróquia pediu nem eu perguntei se podia propagandear o evento)
Paróquia Cristo Ressuscitado
... a autoridade tem sua origem no Criador. Isto não significa que alguma pessoa detenha o poder por direito divino. Deus não legitima o poder de ninguém: a função de designar e organizar a autoridade é uma função humana. Porém, "é desígnio de Deus que haja uma autoridade na sociedade"
Vinde e vede as obras de Javé, ele fez prodígios sobre a terra. Acabará com as guerras até nos confins da terra, quebrará os arcos e partirá as lanças, queimará no fogo os carros de guerra.(Salmo 45/46, 9-10)
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Jesus rejeita o poder opressivo e despótico dos grandes sobre nações (cf. Mc 10, 42) e suas pretensões de fazerem-se chamar benfeitores (cf. Lc 21, 25), mas nunca contesta diretamente as autoridades de seu tempo. Na diatribe sobre o tributo a ser pago a César (cf. Mc 12, 13-17; Mt 22, 15-22; Lc 20, 20-26), Ele afirma que se deve dar a Deus o que é de Deus, condenando implicitamente toda tentativa de divinizar e de absolutizar o poder temporal: somente Deus pode exigir tudo do homem. Ao mesmo tempo o poder temporal tem o direito àquilo que lhe é devido: Jesus não considera injusto o tributo a César.
Jesus, o Messias prometido, combateu e desbaratou a tentação de um messianismo político, caracterizado pelo domínio sobre as nações (cf. Mt 4, 8-11; Lc 4, 5-8). Ele é o Filho do Homem que veio «para servir e entregar a própria vida» (Mc 10, 45; cf. Mt 20, 24-28; Lc 22, 24-27). Aos discípulos que discutem sobre qual é o maior, Jesus ensina a fazer-se último e a servir a todos (cf. Mc 9, 33-35), indicando aos filhos de Zebedeu, Tiago e João, que ambicionam sentar-se à Sua direita, o caminho da cruz (cf. Mc 10, 35-40; Mt 20, 20-23).
Eu copiei da Doutrina Social da Igreja, mas agora não dá pra ver as referências.
“Eu diria que O Anti-Édipo (possam seus autores me perdoar) é um livro de ética, o primeiro livro de ética que se escreveu na França desde muito tempo (é talvez a razão pela qual seu sucesso não se limitou a um “leitorado” particular: ser Anti-Édipo tornou-se um estilo de vida, um modo de pensamento e de vida).
Como fazer para não se tornar fascista mesmo (e sobretudo) quando se acredita ser um militante revolucionário? Como livrar do fascismo nosso discurso e nossos atos, nossos corações e nossos prazeres? Como desentranhar o fascismo que se incrustou em nosso comportamento?
Os moralistas cristãos buscavam os traços da carne que se tinham alojado nas dobras da alma. Deleuze e Guattari, por sua vez, espreitam os traços mais íntimos do fascismo no corpo.Prestando uma modesta homenagem a São Francisco de Sales, poderíamos dizer que O Anti-Édipo é uma introdução à vida não fascista.
Essa arte de viver contrária a todas as formas de fascismo, estejam elas já instaladas ou próximas de sê-lo, é acompanhada de certo número de princípios essenciais, que resumirei como segue [neste link para o Geledés, de onde eu copiei este texto]
Mythos e logos eram indispensáveis para o mundo pré-moderno. Dependiam um do outro para não empobrecer. Contudo eram essencialmente distintos, e considerava-se perigoso confundir seus discursos. Cada qual tinha sua função. O mito não era racional; suas narrativas não comportavam demonstrações empíricas. O mito fornecia o contexto que dava sentido e valor às atividades práticas. Tomá-lo como base de uma política pragmática podia ter conseqüências desastrosas, porque o que funcionava bem no mundo interior da psique não se aplicava necessariamente aos assuntos do mundo exterior. Por exemplo, ao convocar a primeira cruzada, em 1095, o papa Urbano II agiu no plano do logos. Queria que os cavaleiros europeus parassem de lutar entre si e de dividir a cristandade ocidental e fossem gastar suas energias numa guerra no Oriente Médio e ampliar o poder da Igreja. No entanto, quando essa expedição militar se misturou com mitologia popular, textos bíblicos e fantasias apocalípticas, o resultado foi catastrófico do ponto de vista prático, estratégico e moral. Durante o longo período das cruzadas seus participantes prosperaram sempre que o logos prevaleceu. Tiveram bom desempenho no campo de batalha, fundaram colônias viáveis no Oriente Médio e aprenderam a relacionar-se satisfatoriamente com a população local. Quando começaram a basear sua conduta numa visão mítica ou mística, amargaram freqüentes derrotas e cometeram terríveis atrocidades.(Karen Armstrong, Em nome de Deus — Copiado de um PDF, portanto eu não sei as páginas.)
Sim, o Senhor é um Deus que acaba com as guerras
(Judite 16,2)
Ele será juiz entre as nações e árbitro de povos numerosos. Mudarão suas espadas em relhas de arado e suas lanças, em foices; uma nação não levantará a espada contra a outra, nem mais se treinarão para a guerra.
(Isaías 2,4)
O Holocausto se tornaria um ícone do mal nos tempos modernos. Foi um subproduto da modernidade que, desde o início, envolveu com freqüência atos de limpeza étnica. Os nazistas utilizaram em seu programa de extermínio muitas das ferramentas e das conquistas da era industrial. Os campos de concentração constituíram uma hedionda paródia da fábrica, incluindo até a chaminé industrial. Fizeram pleno uso das ferrovias, recorreram à avançada indústria química, contaram com uma burocracia e uma administração eficientes. O Holocausto foi um exemplo de planejamento científico e racional, em que tudo se subordina a um único objetivo, limitado e claramente definido. Fruto do moderno racismo científico, o Holocausto foi à última palavra da engenharia social na chamada cultura "do jardim" [uma ideia semelhante ao higienismo social] do século XX. A própria ciência esteve profundamente implicada nos campos de extermínio e nos experimentos eugênicos ali realizados. O Holocausto mostrou, no mínimo, que uma ideologia secularista podia ser tão mortífera quanto uma cruzada religiosa.(Karen Armstrong, Em Nome de Deus — Copiado de um PDF, portanto eu não sei as páginas.)
La teología es una reflexión sobre la fe, y la fe lo que tiene que hacer es movilizar a las personas para cambiar.