A imagem mostra uma cerca de concertina, vista por dentro, criando um efeito de profundidade com vários círculos concêntricos. Em volta e por dentro da concertina tem folhas verdes e flores vermelhas e rosadas de buganvília, ocupando quase todo o fundo. A parte inferior da imagem revela uma cobertura feita de telhas onduladas de cor clara, e ao fundo, o céu está parcialmente nublado com tons de cinza, sugerindo um clima fechado. A composição destaca o contraste entre a rigidez metálica do arame e a suavidade das flores coloridas, com os círculos do arame enquadrando a vegetação ao longo da perspectiva.

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Janeiro de 2026



Folder da paróquia Cristo Ressuscitado de Itaquera com a programação de missas e outras atividades em janeiro de 2026. No dia primeiro, quinta-feira, missa de Santa Maria, Mãe de Deus, na matriz e nas três comunidades. No dia 4, Domingo, missa da Epifania do Senhor, na matriz Cristo Ressuscitado e nas comunidades Sagrada Família, Santa rita e Nossa Senhora Aparecida. No Domingo seguinte, dia 11, missa do Batismo do Senhor, nos mesmos quatro locais. Do dia 26 ao dia 30, formação bíblica na matriz Cristo Ressuscitado. E no dia 31, sábado, tarde de formação dos ministros do setor, também na matriz. O folder está decorado com imagens referentes à solenidade de Maria, Mãe de Deus e do Batismo do Senhor, e tem o logotipo da PASCOM da paróquia.

Quem nos deu todas as coisas
que foram, são e hão de ser:
no amor do Pai foi gerado,
mas quis na terra nascer.
[...]
A luz do Espírito Santo
sobre uma virgem desceu:
ungido rei e profeta,
Jesus menino nasceu.

Trecho de um dos hinos da solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.

(Nem a paróquia pediu nem eu perguntei se podia propagandear o evento)

Paróquia Cristo Ressuscitado

... a autoridade tem sua origem no Criador. Isto não significa que alguma pessoa detenha o poder por direito divino. Deus não legitima o poder de ninguém: a função de designar e organizar a autoridade é uma função humana. Porém, "é desígnio de Deus que haja uma autoridade na sociedade"

(P., 499). (Fé Cristã e Compromisso Social, p. 97)

Imagem com a frase «América Latina não é zona de guerra», em referência à invasão da Venezuela em 3/1/26, com um mapa da América Latina desfocado ao fundo e o logotipo da União Brasileira dos Estudantes (a sigla UNE dentro do mapa do Brasil)

Vinde e vede as obras de Javé, ele fez prodígios sobre a terra. Acabará com as guerras até nos confins da terra, quebrará os arcos e partirá as lanças, queimará no fogo os carros de guerra.
(Salmo 45/46, 9-10)

Userboxes


Os mistérios do santo Rosário
Pelo fim da escala 6x1
🇵🇸 🇮🇱 Solução de dois Estados
Martirológio
SEM ANISTIA pro 8/1
Leão XIV
Manifesto e abaixo-assinado do ICL Notícias
O pix é nosso, my friend!!

Jesus e a autoridade política


Jesus rejeita o poder opressivo e despótico dos grandes sobre nações (cf. Mc 10, 42) e suas pretensões de fazerem-se chamar benfeitores (cf. Lc 21, 25), mas nunca contesta diretamente as autoridades de seu tempo. Na diatribe sobre o tributo a ser pago a César (cf. Mc 12, 13-17; Mt 22, 15-22; Lc 20, 20-26), Ele afirma que se deve dar a Deus o que é de Deus, condenando implicitamente toda tentativa de divinizar e de absolutizar o poder temporal: somente Deus pode exigir tudo do homem. Ao mesmo tempo o poder temporal tem o direito àquilo que lhe é devido: Jesus não considera injusto o tributo a César.

Jesus, o Messias prometido, combateu e desbaratou a tentação de um messianismo político, caracterizado pelo domínio sobre as nações (cf. Mt 4, 8-11; Lc 4, 5-8). Ele é o Filho do Homem que veio «para servir e entregar a própria vida» (Mc 10, 45; cf. Mt 20, 24-28; Lc 22, 24-27). Aos discípulos que discutem sobre qual é o maior, Jesus ensina a fazer-se último e a servir a todos (cf. Mc 9, 33-35), indicando aos filhos de Zebedeu, Tiago e João, que ambicionam sentar-se à Sua direita, o caminho da cruz (cf. Mc 10, 35-40; Mt 20, 20-23).

Eu copiei da Doutrina Social da Igreja, mas agora não dá pra ver as referências.

Instrodução à vida não fascista (Foucault)


“Eu diria que O Anti-Édipo (possam seus autores me perdoar) é um livro de ética, o primeiro livro de ética que se escreveu na França desde muito tempo (é talvez a razão pela qual seu sucesso não se limitou a um “leitorado” particular: ser Anti-Édipo tornou-se um estilo de vida, um modo de pensamento e de vida).

Como fazer para não se tornar fascista mesmo (e sobretudo) quando se acredita ser um militante revolucionário? Como livrar do fascismo nosso discurso e nossos atos, nossos corações e nossos prazeres? Como desentranhar o fascismo que se incrustou em nosso comportamento?

Os moralistas cristãos buscavam os traços da carne que se tinham alojado nas dobras da alma. Deleuze e Guattari, por sua vez, espreitam os traços mais íntimos do fascismo no corpo.Prestando uma modesta homenagem a São Francisco de Sales, poderíamos dizer que O Anti-Édipo é uma introdução à vida não fascista.

Essa arte de viver contrária a todas as formas de fascismo, estejam elas já instaladas ou próximas de sê-lo, é acompanhada de certo número de princípios essenciais, que resumirei como segue [neste link para o Geledés, de onde eu copiei este texto]

Razão e misticismo


Mythos e logos eram indispensáveis para o mundo pré-moderno. Dependiam um do outro para não empobrecer. Contudo eram essencialmente distintos, e considerava-se perigoso confundir seus discursos. Cada qual tinha sua função. O mito não era racional; suas narrativas não comportavam demonstrações empíricas. O mito fornecia o contexto que dava sentido e valor às atividades práticas. Tomá-lo como base de uma política pragmática podia ter conseqüências desastrosas, porque o que funcionava bem no mundo interior da psique não se aplicava necessariamente aos assuntos do mundo exterior. Por exemplo, ao convocar a primeira cruzada, em 1095, o papa Urbano II agiu no plano do logos. Queria que os cavaleiros europeus parassem de lutar entre si e de dividir a cristandade ocidental e fossem gastar suas energias numa guerra no Oriente Médio e ampliar o poder da Igreja. No entanto, quando essa expedição militar se misturou com mitologia popular, textos bíblicos e fantasias apocalípticas, o resultado foi catastrófico do ponto de vista prático, estratégico e moral. Durante o longo período das cruzadas seus participantes prosperaram sempre que o logos prevaleceu. Tiveram bom desempenho no campo de batalha, fundaram colônias viáveis no Oriente Médio e aprenderam a relacionar-se satisfatoriamente com a população local. Quando começaram a basear sua conduta numa visão mítica ou mística, amargaram freqüentes derrotas e cometeram terríveis atrocidades.
(Karen Armstrong, Em nome de Deus — Copiado de um PDF, portanto eu não sei as páginas.)

A paz de Cristo


Sim, o Senhor é um Deus que acaba com as guerras (Judite 16,2) Ele será juiz entre as nações e árbitro de povos numerosos. Mudarão suas espadas em relhas de arado e suas lanças, em foices; uma nação não levantará a espada contra a outra, nem mais se treinarão para a guerra. (Isaías 2,4)

Sem anistia


Ideologia secularista


O Holocausto se tornaria um ícone do mal nos tempos modernos. Foi um subproduto da modernidade que, desde o início, envolveu com freqüência atos de limpeza étnica. Os nazistas utilizaram em seu programa de extermínio muitas das ferramentas e das conquistas da era industrial. Os campos de concentração constituíram uma hedionda paródia da fábrica, incluindo até a chaminé industrial. Fizeram pleno uso das ferrovias, recorreram à avançada indústria química, contaram com uma burocracia e uma administração eficientes. O Holocausto foi um exemplo de planejamento científico e racional, em que tudo se subordina a um único objetivo, limitado e claramente definido. Fruto do moderno racismo científico, o Holocausto foi à última palavra da engenharia social na chamada cultura "do jardim" [uma ideia semelhante ao higienismo social] do século XX. A própria ciência esteve profundamente implicada nos campos de extermínio e nos experimentos eugênicos ali realizados. O Holocausto mostrou, no mínimo, que uma ideologia secularista podia ser tão mortífera quanto uma cruzada religiosa.
(Karen Armstrong, Em Nome de Deus — Copiado de um PDF, portanto eu não sei as páginas.)

Sobre:



Orações diárias e um blog de teologia experimental, ambos num Dokuwiki, com textos ou que eu tenha escrito, ou que eu tenha copiado de outros lugares, quase sempre sobre teologia, que nesse caso é experimental porque a graduação pura e simples em teologia não faz de uma pessoa uma teóloga, mas em compensação dá condições de montar um laboratório de teologia. O ícone do blog foi feito por Muhammad Usman e eu copiei do site Flaticon. Nas userboxes a imagem dos terços é de Cele del moro na Unsplash, a imagem da faixa contra a escala 6x1 é da EBC, a imagem contra a inistia do 8/1 é de Paula Villar, a imagem do 99% é uma gambiarra a partir da imagem na parte de criar avatar no site deles (com algumas edições), a imagem de s. Agatha Yi é da Wikimedia. Além das userboxes, a imagem de Jesus quebrando uma arma eu não sei de quem é, e a imagem de Dorothy Day é da Wikimedia. Acho que não tem mais nada muito útil para dizer sobre o blog.

La teología es una reflexión sobre la fe, y la fe lo que tiene que hacer es movilizar a las personas para cambiar.

(Gustavo Gutiérrez Merino)

Serva de Deus Dorothy Day



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